para saber um pouco mais sobre plágio...
• Assinar ou apresentar uma obra intelectual (texto,
música, pintura, fotografia, audiovisual etc.) contendo partes de uma obra que
pertença a outra pessoa sem colocar os créditos para o autor original.
Copiar textos sem dar o devido crédito
ao autor, além de antiético, é crime.
• Lei de Direito Autoral nº 9.610, de 19/02/1998: regula
o Direito Autoral. Código Penal, no artigo 184, prevê pena de detenção de três
meses a um ano, ou pagamento de multa.
O que é considerado plágio?
• Copiar trechos de livros ou artigos e inserí-los em seu
trabalho sem identificação de origem.
• Identificar a origem (o autor), mas de forma incorreta
ou limitada.
Exemplo: citar o autor, mas não identificar
claramente até onde vai a referência ao texto do autor citado, ou citar o nome
do autor, mas sem data, página ou inclusão na lista de Referências
(bibliografia). • Copiar para o seu trabalho trechos muito longos de outra obra
(mesmo que cite o autor).
O que não é Plágio?
• Paródia: nela há intenção clara de homenagem, crítica
ou de sátira. Não há intenção de enganar o leitor ou o espectador quanto à
identidade do autor da obra.
• Paráfrase: consiste em transcrever, em outras palavras,
as ideias centrais de um texto.
• Deve-se fazer leitura cuidadosa e atenta e, daí, reafirmar
e/ou esclarecer o tema central do texto apresentado, sem mudar a essência do
texto original.
• A paráfrase baseia-se no texto, resumindo-o ou ampliando-o.
Atenção → necessário sempre citar o autor do texto no qual a paráfrase
se baseia.
Citação Direta (com até três linhas): você pode reproduzir trechos curtos de
um texto literalmente, mas identificando (entre aspas) que se trata de uma
citação oriunda de outro autor.
Exemplo:
Assunção (2006) acredita que as novas posturas
organizacionais vieram para ficar e afirma que “a visão geral da prática
de gestão organizacional deve ser concebida como um processo comprometido com a
conquista de resultados diferenciados...” (p. 13).
Citação Direta (com mais de três
linhas): você pode
reproduzir trechos mais longos de um texto identificando o autor e utilizando
formatação específica: espaço simples, fonte 11 e recuo de 4 cm da margem
esquerda.
Exemplo:
Para resultados mais eficazes de gestão que levem em
consideração questões ambientais, são propostas ações que alterem de forma
significativa o modo como a organização educacional é gerenciada. Assunção
(2006, p. 17) afirma que:
Os
administradores estão em busca de orientação sobre novas formas de organizar e
gerir as organizações. Reduzir o impacto de suas organizações sobre o meio
ambiente é necessário para vencer esse desafio. Como estabelecer prioridades
sistematicamente, e como criar um plano de ação para implementar melhorias, ou
um programa de redução de risco ambiental, diretrizes abrangentes e práticas para
a nova era de responsabilidade social e ética nos negócios se faz premente.
Observamos que os modelos nos quais baseiam-se os métodos e ferramentas de
gestão em relação ao meio ambiente são inadequados.
Passaremos agora para uma análise mais pormenorizada
sobre os fatores externos que levam diversas organizações educacionais a tomar determinadas
medidas administrativas.
Referências
BARROS, A. J. S.; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos
da Metodologia Científica.
São Paulo: Prentice Hall, 2007.
BASTOS, C.; KELLER, V. Introdução à
metodologia científica.
Petrópolis: Vozes, 2002.
DEMO, P. Metodologia do Conhecimento Científico. São Paulo: Editora Atlas, 2000.
KÖCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica. 19. ed. Petrópolis: Vozes, 1997.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas
de pesquisa. 5º ed.
São Paulo: Atlas, 2002.
MAZZOTTI, A. J. A. A revisão da
bibliografia em teses e dissertações: meus
tipos inesquecíveis - o retorno. Florianópolis/São Paulo: UFSC/Cortez, 2002.
OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisa, TGI, TCC,
monografias, dissertações e teses. São Paulo: Pioneira, 1997.
RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 23. ed. Petrópolis: Vozes, 1998.
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 1999.
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