Representação Gráfica das Contas


Os registros dos mais diversos fatos contábeis são feitos nas respectivas contas. A princípio, devemos saber que esses registros são feitos num livro contábil chamado de Livro Razão (vamos estudar os livros contábeis mais adiante em nosso curso).

Inicialmente nos basta entender que esses registros podem ser feitos em fichas do Razão, ou, mais geralmente, por sistemas informatizados. Cada ficha é utilizada para cada conta, e os elementos necessários em cada registro são: valores do débito e do crédito, data, histórico, e o saldo da conta: Uma forma mais usual para se representar manualmente as movimentações dos saldos das contas no Razão é a forma de representação simplificada em forma de “T”.Esse tipo de representação, que facilita muito a verificação dos saldos de cada conta do Razão, é conhecido como RAZONETE.

Já sabemos que o Patrimônio de uma empresa, em sua representação contábil, se divide em Origens e em Aplicações de Recursos. Pois bem, para entendermos o mecanismo de movimentação das contas precisamos relembrar disso. É fato que as Aplicações de Recursos da Entidade provêm inicialmente dos Recursos Próprios (PL) e posteriormente das Origens de Terceiros (Passivo Exigível).

Concluímos então que essas aplicações são devedoras às suas respectivas origens; e, consequentemente, que as origens são credoras das respectivas aplicações. Esse entendimento é de importância fundamental para o mecanismo de funcionamento das contas (débitos e créditos).Por conclusão, podemos definir que:

As origens de recursos têm natureza credora; logo, aumentam com o crédito e diminuem com o débito. 

As aplicações de recursos têm natureza devedora; logo, aumentam com o débito e diminuem com o crédito.

Debitar significa lançar valores do lado esquerdo do Razonete;

Creditar significa lançar valores do lado direito do Razonete;

O Saldo de uma conta é o valor da diferença entre a soma dos débitos e a soma dos créditos do respectivo Razonete.

Exemplo:



Caixa
 R$       35.000,00
 R$       20.000,00
 R$          5.820,00
 R$       14.000,00
 R$          3.000,00
 R$             525,00

 R$          3.800,00





 R$       43.820,00
 R$       38.325,00
Saldo devedor




Mercadoria
 R$          9.350,00
 R$          7.600,00
 R$       10.000,00
 R$          9.000,00








 R$       19.350,00
 R$       16.600,00

Saldo credor





Material elaborado pelo Prof. Humberto F. de Lucena

Conhecimento

Um breve resumo do assunto; matéria de prova... ficou um pouco longo pois abordei uma intro sobre o assunto e os tipos de conhecimento.. tb pudera; resumir 3h30 de aula para um único post não é fácil!
então mão na massa, afinal a sua boa formação depende apenas de vc mesmo!




Conhecimento

Definição de conhecimento:

• Conhecimento: deve ser compreendido como um processo dinâmico, inacabado e em constante transformação e adaptação.


Os riscos do conhecimento
• Com todos esses problemas, riscos e perigos, a busca humana pelo conhecimento nunca cessou; pelo
contrário, é cada vez maior, pois o ato de conhecer gera mais e mais conhecimento, de modo contínuo.



Para isso acontecer, é preciso que o sujeito (você) traga para si algo que está fora dele e que se quer conhecer (o objeto).

Em esquema, podemos visualizar:
sujeito → → objeto → → conhecimento.

A produção do conhecimento, fruto dessa relação entre Sujeito e Objeto, é mediada pela Teoria.

Teoria:
• As teorias são sempre revisadas, alteradas e recriadas. Por isso, o conhecimento científico não possui

verdade absoluta, é precário!

“... explicação sistemática dos fenômenos observados e das leis relativas a eles. Uma teoria se expressa pelos enunciados das relações que existem entre conceitos.”
(CONTANDRIOPOULOS, 1999, p. 29)



O trabalho científico caminha, então, em duas direções:
• elabora teorias, métodos, princípios e estabelece seus resultados;

• inventa, ratifica seu caminho, abandona certas vias e encaminha para certas direções privilegiadas.
• Ao fazer esse percurso: investigadores aceitam a historicidade, a colaboração e devem ser humildes por saber que o conhecimento é aproximado e construído.
(MINAYO, 1994, p. 12-13)


 Tipos de conhecimento

• São várias as formas possíveis de se obter conhecimento: ele apresenta em sua constituição níveis e estruturas diferentes.
• Cada um desses níveis do conhecimento possui seu nível de complexidade e características específicas.
Os tipos de conhecimento e de busca do sentido das coisas podem ser divididos em quatro categorias:


• conhecimento popular;
• conhecimento filosófico;
• conhecimento religioso;
• conhecimento científico.


Conhecimento popular

O que é “senso comum”? Na maior parte das vezes e das situações, o que entendemos a respeito da vida repousa sobre constatações feitas, vinculadas às observações pessoais construídas de modo espontâneo e assistemático, fruto da vida cotidiana e dos valores que dão sentido a essas relações. Por isso, esse tipo de entendimento é generalizado, ou seja, é disseminado em grupos tidos como possuidores de verdade.



Conhecimento filosófico

Primeiro passo – definir a palavra “filosofia”, criada por Pitágoras:
philos → “amigo” e sophia → “sabedoria”.
Conhecimento filosófico: baseia-se em conceitos subjetivos, ligados ao conhecimento especulativo.
Busca os sentidos do mundo e das coisas por meio de hipóteses que podem ou não ser postas em observação, ou seja, geralmente não são verificáveis e, portanto, não podem ser confirmadas ou refutadas.

• Filosofia: objetiva compreender a realidade e fornecer conteúdos reflexivos e lógicos de mudança e de transformação dessa realidade.
• Cumpre a tarefa de elaborar bases e princípios norteadores das ações humanas.
• Mesmo entre os grandes filósofos, não há uniformidade de pensamento e de forma de reflexão, pois a filosofia observa, reflete e interpreta o mundo sob pontos de vista diferentes, às vezes inconciliáveis entre si. (BARROS e LEHFELD, 2007, p. 42)




Conhecimento religioso

• Também chamado de teológico: revela-se por meio da fé divina ou da crença religiosa.
• Do ponto de vista religioso/teológico, a existência divina é evidente e inquestionável, e, portanto, não necessita de demonstração ou experimentação, ou seja, dispensa qualquer procedimento experimental da ciência.
• No entanto, o conhecimento religioso se analisa, se interpreta e se explica. (BARROS E LEHFELD, 2007).

• Depende da formação moral e das crenças de indivíduos, grupos ou povos e requer a autoridade divina, de forma direta ou indireta.
• Não pode ser confirmado ou negado, ao contrário do que ocorre no conhecimento científico, pois se baseia em proposições reveladas pelo sobrenatural e, portanto, sagradas e valorativas.
• As verdades são tidas como infalíveis e inquestionáveis. Fonte: os livros sagrados.


Conhecimento científico

• Característica: busca da compreensão dos fenômenos existentes por meio da utilização de procedimentos metódicos em suas investigações.
• Galliano (1979, p. 21) define-o: “aperfeiçoamento do conhecimento comum e ordinário obtido por meio de um procedimento metódico, o qual mobiliza explicações rigorosas e/ou plausíveis sobre o que se afirma sobre um objeto da realidade”.

• Foco em fatos e fenômenos verificáveis, é também objetivo, factual, racional, analítico, organizado, explicativo e sistemático, uma vez que constrói e aplica leis mediante investigações metódicas.
• Pode-se afirmar que hoje conhecemos mais e melhor em comparação com o passado, mas não podemos chamar tal conhecimento de “conhecimento acumulado”, uma vez que esse processo está longe de ser meramente cumulativo.
• Demo (2000, p. 74): o conhecimento novo não provém apenas de soma, mas da derrubada sistemática e impiedosa. Seu método básico é o questionamento sistemático.

• Para o autor, teoria científica é aquela que se oferece ao debate e que se mantém necessariamente falível, e não aquela que fica de pé a qualquer preço.
• Para algo ser científico, é necessário que seja discutível, já que a ciência surgiu da recusa em aceitar o saber institucionalizado.


Referências

• CONTANDRIOPOULOS, André-Pierre; CHAMPAGNE, François; POTVIN, Louise; DENIS, Jean-Louis; BOYLE, Pierre. Saber preparar uma pesquisa: definição, estrutura e financiamento. 3. ed. São Paulo: HUCITEC, 1999.
• DEMO, P. Metodologia do conhecimento científico. São Paulo: Editora Atlas, 2000. • BARROS, A. J. S.; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos da metodologia científica. São Paulo: Prentice Hall, 2007.
• GALLIANO, A. G. (Org.). O método científico: teoria e prática. São Paulo: Harper & Row, 1979.
• KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 1994.

• LUCKESI, C. et al. Fazer universidade: uma proposta metodológica. São Paulo: Cortez, 1984.
• MEDEIROS, K. M. de. Programa e apostila do curso de metodologia científica. Disponível em:
<www.karlmarx.pro.br>.
• MINAYO, Maria Cecília de Souza et al. Pesquisa social. 3. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994.
• SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 1999.















Sistemas Lineares

Olá pessoas.. neste primeira parte do post, vamos tentar apresentar a maneira mais facil de resolver os sistemas... confiram o video e comentem, tirem suas dúvidas ou critique, sei lá.. interação é o que interessa!


Lembrando:

SPD - Sistema possível Determinado; o sistema pode ser resolvido e possui uma resposta Determinada.
SPI - Sistema possível Indeterminado; o sistema pode ser resolvido e possui uma resposta Indeterminada.
SI - Um sistema impossível de resolução.

Logarítimos

Olá pessoas!
Mais uma vez, obrigado pela sua visita; e hoje eu posto aqui uma serie de vídeo aula, elaborada pelo NERKIE; abordando os logarítimos.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Mais vídeos como este; acesse o portal http://www.vestibulandia.com  ou http://www.vestibulandia.com.br
Fórum: http://www.vestibulandia.com.br/forum

Até a próxima... Fui

Resolvendo Exercício de Contabilidade

Bom, depois do YT sacanear e nao processar o meu video, recorri ao VIMEO; atrasado; mas nem tanto.. ai esta o prometido, passo a passo do exercício de contabilidade.

comentem. por favor!

Assista aqui

Aposto Anteposto

Continuação da aula do dia 14/03


O Aposto Anteposto

Aposto: termo explicativo. Usa no meio da oração, geralmente aparece entre vírgulas.

Ex.: Brasília, cenário da corrupção política, é capital do Brasil.
Aplicando o aposto anteposto teremos:
Cenário da corrupção política, Brasília é a capital do Brasil.

Ex.: A interrupção da gravidez, o aborto* é praticado em clínicas clandestinas.
Ex.: Conhecida como células pluripotentes, às células tronco* são consideradas curas para inúmeras doenças.
*aborto  e células = é o assunto na frase.

{se o aposto for removido da oração, não fará falta; mas se utiliza para não causar cansaço e deixar o texto mais original. Dica: ‘ao encontro’ (favorável) ‘de encontro’ (ao contrário) cuidado.}

Cont. Técnicas Redacionais e Gramática Aplicada


Aula 14/03

cont... Técnica Redacional

A – Catáfora ou Recurso Catáfórico

1 – Descreve (Adjetivos ou Verbo)
↓           +
2 – Pronome (Facultativo)
↓           +
3 – Conceito

Ex. 1: 
Oxida qualquer relacionamento negativa as iniciativas e acabativas*; subtrai o envolvimento afetivo.

Ela aparece abruptamente nas esferas sociais. Trata-se da perniciosa inveja.

Ex. 2: 
Catastrofiza a política econômica mundial. Distancia investimentos, suscita a especulação financeira nos mercados (nacionais e interna) globais. Ele é o vetor causal da desigualdade social. Referimo-nos ao aumento dos juros.

{melhorar a escrita (ter alternativa: escrever de maneira diferente); maneira diferente de enxergar a gramática, interpretar a gramática. Começa discreto (sutil); lança o pronome e no final o conceito. Esta maneira (catáfora) tem a vantagem de ser mais envolvente criando um clima de suspense (envolve o leitor). DICA: Use breve descrições usando adjetivos ou verbos. Focar sempre frases curtas. Deixar o conceito para o final. Pode verbalizar ou adjetivar o substantivo. Detalhe para o tema, no exemplo 1: inveja, já no exemplo 2, os juros. No caso se a natureza for benéfica, utiliza-se adjetivos bons, se mal (como citado nos exemplos) os adjetivos serão maléficos.
* “iniciativas e acabativas” = oba oba (não honra o compromisso}



Gramática aplicada ao texto

Recursos das orações adjetivas

O aluno que estuda rende bem nas provas

Procedimento 1
O aluno estudioso rende bem nas provas.

Procedimento 2
O aluno o qual estuda rende bem nas provas.

__________ que______  (o aluno) que (estuda)
substantivo                 verbo

que – o qual, os quais (masc) – a qual, as quais (fem).

Analisando...

Dengue, a doença que mata. Os sintomas que causam o mal estar e que em pouco tempo, aquele que tiver pode morrer.
Apesar disto, as pessoas que tem* acesso a informação garantida, são as mesmas que teimosamente insistem em subestimar.

{Sempre policiar a escrita e treinar. Evitar o ‘queismo’ (colocar repetidamente a palavra QUE).
Nos procedimento, ou coloca o adjetivo (1) ou troca por: o qual; a qual. Pode usar sinônimo no lugar do adjetivo.
*que tem = ‘cujo’. A substituição do temo, pode utilizar o pronome CUJO, por indicar posse, é uma relação de continuidade}

Reescrevendo a análise temos:
Dengue, a doença mortal. Os sintomas causadores do mal estar, em pouco tempo, pode levar a óbito.
Apesar disto, as pessoas com acesso a informação garantida, teimosamente insistem em subestimar o perigo.

{Exemplo de substituição do termo “que tem”. Note no trecho acima a mudança ocorreu utilizando ‘COM’, melhor seria: “as pessoas CUJO acesso à informação...” DETALHE: não se usa artigo após o pronome CUJO. Ex.: “Feliz o pai ‘que tem’ os filhos obedientes” – “feliz o pai ‘cujos’ filhos são obedientes”. Ex.: “Eis o livro ‘que tem’ o conteúdo em inglês” – “Eis o livro ‘cujo’ o conteúdo em inglês”}





Comunicação


Técnicas Redacionais


O Que Fazer na Hora do Branco


  • Tenha calma e não se desespere nem se assuste.
  • Releia o que se pede e delimite o tema para desenvolver o assunto (Merece uma dissertação genérica ou específica, ou seja, vamos partir do geral ou do específico?).
  • Selecione a melhor ideia para fazer a frase-núcleo.
  • Verifique se o tema pode delimitar o assunto.
  • Vamos fixar o objetivo (para que, com que finalidade, qual a dimensão, em que ambiente, como vou formar a lógica do pensamento escrito?).
  • Selecionar a linha de pensamento, dentro dos limites, para facilitar a coerência.
  • Reler os parágrafos vendo se a formulação e a tradução das ideias periféricas como argumentação da proposta central e da finalização do texto estão distribuídas adequadamente.
  • Formar a conclusão com consciência de que todas as ideias estão amarradas e que não existe nenhum pensamento solto na redação.
  • Verificar as características de organização, unidade, coerência, clareza e concisão.

  • por Adilson Torquato

    Contabilidade

    Olá Pessoas;
    Para facilitar a nossa vida, resolvi criar uma planilha que reescreve os valores dos RAZONETES, já somados na tabela do BALANCETE; cabendo apenas o usuário lançar os DIÁRIOS e identificar as contas com seus valores nos razonetes.


    Crie as contas e identifique os credores e devedores, no livro diário, (etapa 1); a medida que o usuário vai criando os razonetes das contas identificadas na etapa 1, o planilha automaticamente, soma os lançamentos de Débito e Crédito no razonetes e importa o resultado da conta para o Balancete.

    detalhe:
    na planilha balancete, o usuário não precisa realizar as operações, pois a planilha já identifica as estruturas de decisões, para os casos específicos: saldo credor ou devedor, de acordo com sua coluna, ou se o valor é nulo e não possui operação lógica, assim a planilha já identifica se o valor é debito ou crédito e importa para coluna específica.

    em resumo, você não precisa ficar fazendo as continhas de soma e subtração, e não precisa ficar escrevendo a mesa coisa várias vezes.

    Ps: eu ia criar um algorítimo que cria os razonetes a partir dos lançamentos do diário, mas ai ficaria muito fácil e ninguém iria praticar. mas assim que eu tiver mais tempo TALVEZ eu o faça e disponibilizo a vcs.

    Para baixar o modelo CLIQUE AQUI.

    [formato: XLSX]
    [excel 2007]
    [servidor MEGA]

    Matemática


    Matemática
    Resolução comentada do exercício 1B do trabalho

    ATENÇÃO: A EQUAÇÃO SERA MONTADA NA ESTRUTURA LINEAR UTILIZANDO “/” QUANDO EXEMPLICIFAR FRAÇÕES – “^” PARA EXEMPLIFICAR POTENCIA. EXEMPLO: FRAÇÃO DE UM MEIO= 1/2 – X ELEVADO AO QUADRADO = X^2.

    DETERMINANDO:

    (2/3)^-1-[3/4.(1/3.3/2+1/4)]
    {No conjunto do parêntese, temos uma operação de multiplicação e soma de frações, sendo assim vamos multiplicar primeiro as frações, no caso 1/3.3/2, resultando em:}

    (2/3)^-1-[3/4.(3/6+1/4)]
    {ainda no conjunto do parêntese, temos duas frações com denominadores diferentes, então vamos realizar o mmc de 6 e 4, e o resultado é 12, assim calculamos o numerador, baseado na lógica, que o mmc “divide pelo debaixo e multiplica pelo de cima”; agora reescrevendo a fração temos:}

    (2/3)^-1.[3/4.(6+3/12)]
    {Neste ponto, realizamos a soma dos numeradores e reescrevendo a fração temos:}

    (2/3)^-1-[3/4.(9/12)]
    {agora chegamos na operação fracionaria, lembrando que na multiplicação entre fração é o produto entre denominadores e produto entre numeradores; popularmente: de cima com de cima e debaixo com debaixo; no caso 3x9 e 4x12}

    (2/3)^-1-[27/48]
    {agora vamos trabalhar com a operação do parêntese que consiste em uma fração elevada a um expoente, perceba que o mesmo é negativo; então temos de calcular o denominador e numerador pelo expoente, no caso seria 3^1 e 2^1; no exercício temos um exemplo muiiiiito fácil, pois é um termo multiplicado por ele mesmo apenas uma vez; mas para você ter uma ideia ampla da lógica, vamos supor que seria 2 elevado a 5, teríamos: 32 e 3 elevado a 5 = 243. Voltando para o exercício: A fração original é: 2/3, já calculamos a potencia e agora vamos trabalhar o sinal, existe uma dica super valiosa que ira facilitar a sua vida; memorize: quando a potencia tiver sinal de negativo, basta inverter a fração para eliminar o sinal. Então a nossa resolução será: 3/2, pois a potencia era 1. Assim temos:}

    (3/2 – 27/48)
    {voltamos a operação de fração com denominadores diferentes, então mais uma vez mmc}

    (72-27/48)
    {calculado o mmc a nova fração é:}

    45/48
    {ainda podemos simplificar pois a fração é múltipla, no caso fatoramos por 3, assim temos a resposta final}

    15/18.

    {bom, é isso ai pessoas, espero ter sido bem objetivo e conciso, tentei expor de uma maneira simples, quer dizer: não tão simples, para não perder o foco, pois se entrar em muito detalhe, como foi elaborado a ultima resolução, perde-se o foco da lógica, afinal a cada resolução espero que melhore, e claro que para alcançar este patamar preciso que você comente, critique, xingue, elogie, ou sei La... se expresse, afinal esta ferramenta esta disposta a ajudar-te na caminhada universitária.
    Até a próxima postagem.}

    para baixar o arquivo clique aqui
    [servidor mega]
    [formato PDF]

    Comunicação


    Comunicação
    Aula do dia 07/03
    Segunda dissertação exemplar
    Treinamento:

    A fragilidade da economia brasileira

    Ninguém desconhece que a economia brasileira historicamente, demonstrou fragilidade.
    A verdade solar, é que a maioria dos planos econômicos de sucessivos governos, foram desprovidos de um plano de metas funcional.
    Inicialmente a nossa economia sempre fora a base agrícola; partimos do café, da cana, milho e afins. Ademais, os planos dos ministros da fazenda, de uma forma em geral, ficaram aquém da transparência da população.
    Vale a pena lembrarmos do “collorido” plano de alguém a alimentar o rótulo de caçador de marajás e maranis confiscou a poupança com fins de acertar a famigerada inflação galopante.
    Há que se acrescentar que diante das mais adversas mudanças econômicas, restou a população, o risco da insegurança na possibilidade de aquisição de imóveis e veículos, sonho de consumo de grande parte da população.
    Diante do exposto necessário repensar constantemente as reformas acerca da economia nacional. Um povo pagador de imposto, precisa ter como direito o binômio ordem e progresso em sua vida politica.

    {Neste treinamento; não irei publicar a lógica estrutural do texto, mas o significado das palavras menos comum, a fim de enriquecer o nosso vocabulário, num futuro irei publicar os termos mais comuns em administração empresarial.
    No texto acima, destaco estas palavras:}

    Funcional:
    Acepções:
    Derivação: por extensão de sentido.
    que possui eficácia; de uso cômodo; prático, utilitário
    Etimologia:
    fr. fonctionnel 'id.'
    Sinônimos: 

    Prático;

    Famigerada:
    Acepções:
    Adjetivo
    que tem muita fama; célebre, notável, famígero
    Uso: pejorativo.
              tristemente afamado
    Ex.: f. assaltante
    Etimologia:
    lat. famigerátus,a,um 'famoso, afamado'
    Sinônimos: 
    afamado; famoso; expropriou; baita celebrado; célebre; conhecido; insigne; notado; notável; comemorado; festejado; louvado; memorado; solenizado; brilhante; egrégio; extravagante; famanaz; ilustre; memorável; prócero; apreciável; considerável; conspícuo; distinto; eminente; especial; espectável; glorioso; lustroso; macanudo; magistral; magnífico; ponderoso.

    Binômio
    Acepções:
    substantivo masculino
    Rubrica: álgebra.
    expressão algébrica que consiste em dois termos ligados por um sinal de mais ou de menos
    Rubrica: biologia.
    nome científico de uma espécie composto de dois termos em latim: um substantivo, que designa o gênero, e um adjetivo, que designa a espécie (p.ex., Oryza sativa, o arroz).
    Etimologia:
    lat. binomìus,a,um 'que tem dois nomes'
    Sinônimos: 
    Não encontrado;

    Matemática


    Matemática
    Comentando sobre os exercícios proposto; do trabalho em grupo
    Aula: 08/03
    Parte 01:

    2/3:(1/2-2/3)=

    {a princípio, devemos lembrar-nos de alguns fatores na matemática que são definidos como prioridades na resolução de algumas sentenças; no caso começando pelo parêntese, depois colchetes e por ultimo chave; em outras situações na ausência de conjuntos operacionais, a ordem inicial é: operações de multiplicação e divisão, e na sequencia adições e subtrações. No conjunto apresentado temos uma SUBTRAÇÃO de frações; Note: os denominadores são diferentes, por isso recorremos ao MMC dos numeradores; mas antes; vamos relembrar as regras:
    A adição e a subtração de frações com mesmo denominador são feitas diretamente, Ou seja: com denominadores iguais, mantemos o mesmo denominador e somamos ou subtraímos os numeradores. Quando o denominador não é comum, recorremos ao MMC para que seja.

    Bom; retornando a lógica do exercício; identificamos a operação com fração; possuem denominadores (nr de baixo da fração) diferente; realizamos então o MMC; de 2 e 3;

    Abordando o MMC de uma maneira bem singela, vamos decompor os denominadores por números primos: para saber mais sobre o MMC, faça o download do arquivo CLICANDO AQUI.  
    Agora que temos o MMC; vamos calcular e decompor a fração; a ordem de calculo é: o MMC divide pelo denominador e multiplica pelo numerador; (pega o 6, divide pelo 2, e multiplica pelo 1; [6/2=3; 3*1=3] a mesma coisa com a segunda fração. [6/3=2; 2*2=4], assim chegamos a fração 3-4/6, abaixo.

    2/3:(3-4/6)=

     {agora já esta mais simples; realizamos a operação de subtração do numerador}

    2/3:(-1/6)=

    {neste ponto; barramos outra regra matemática: divisão de fração; não vou abordar muito sobre a regra,pra saber mais sobre operação de frações faça o download do arquivo clicando AQUI;  mas de uma maneira popular, multiplica em cruz; 2*6=12 e 3*1=3, perceba  os numeradores possuem sinais diferentes; façamos a regra de sinais e temos o resultado prévio}

    -12/3=

    {esta fração é múltipla, então iremos simplificar, no caso o múltiplo foi 3 assim temos o resultado}

    -4/1= 

    {outra regra de frações, todo numero de denominador 1 = ao numerador}

    = -4  

    {chegamos ao resultado final}

    Resolução direta:
    2/3:(1/2-2/3)= 2/3:(3-4/6)= 2/3:(-1/6)= -12/3= -4/1= = -4


    PARECE COMPLICADO? Não só parece, mas é complicado, isso ocorre quando não recordamos as regras, uma vez praticando e memorizando a lógica dos sistemas, iremos dissolvendo e reduzindo as variáveis, ai fica mais fácil!
    Logo mais a frente iremos abordar muito estes conceitos de operações com frações, operações de raiz e potencias, em matemática financeira; por isso a importância de não se esquecer destas regras BÁSICAS. Acredite

    [formtato PDF]
    [Servidor MEGA]

    Comunicação


    Comunicação Oral e Escrita
    Aula 07/03

    Técnicas Redacionais
                    O país que não tiver uma agenda econômica que combata às raízes dos juros altos é o mesmo que está fadado à bancarrota.
    {O país DESPROVIDO DE uma agenda econômica COMBATÍVA  às raízes dos juros altos ESTARÁ fadado à bancarrota.}
    {Evitar QUEISMO [ repetições exagerada; demasiada; hiperbólica] por isso a frase foi reescrita; a fim de proporcionar melhor entendimento}
    a)
    Expressões Iniciais de Fato {exemplos para dissertação; narrativas e descrições utilizam-se outras expressões}
    Ninguém desconhece que...
    Sabidamente...
    É sabido que...
    Podemos afirmar que...
    Todos sabemos que...
    É de conhecimento geral que...
    {o ideal é utilizar texto reflexivo; e ter no mínimo 3 sinônimos das palavras}

    Estrutura do parágrafo reflexivo
    A construção do parágrafo inicial:
    Expressão inicial do fato
    Tema da proposta
    O próprio fato
    1
    2
    3

    Exercitando teríamos:
    Assunto: Juros altos.
    Todos sabemos que os juros altos impossibilitam o avanço da economia; alimentando o aumento da desigualdade social.
    {de acordo com a tabela de estrutura de parágrafo;cada trecho do texto foi identificado com a cor da estrutura. O texto sublinhado; pode ser removido do parágrafo, pois o fato já foi apresentado;  ademais, o restante do fato pode servir de argumentação na dissertação}

    b)
     Expressões iniciais de Tese

    A tese corresponde ao ponto de vista; ou seja, a opinião de alguém sobre algo.
    Decididamente...
    A verdade solar é que...
    Inquestionavelmente...
    Indubitamente...
    {os exemplos com o sufixo MENTE, são advérbios e quando utilizado enriquecem o texto}
    Exercitando:
    Decididamente vivemos em uma sociedade egoísta, narcisista a vangloriar o dinheiro como centro de tudo.
    {a tese sempre será apresentada no texto se posicionando no segundo parágrafo. Utilizar de textos persuasivos quando for escrever uma tese. Outra dica para enriquecer o seu texto é usa metáforas}
    A construção do senso crítico.
    A técnica de socratizar: relativo ao filósofo Sócrates. Arte de questionar os assuntos buscando conceitos, ou melhorar, o significado dos fatos.

    c)
    Expressões iniciais de argumentação
    Inicialmente...
    Além disso...     Ademais...
    Por outro lado...              Some-se a tudo isso...
    Oportuno lembrar...      Há que se mencionar...
    Vale a pena citar...

    d)
    Expressões iniciais de conclusão

    Em face dos argumentos apresentados, fica, portanto evidenciados...
    À vista do exposto fica patenteado que...
    Tudo se resume a uma simples retratação...

    Treinando
    Tema 01: Serviço Militar

    Todos sabemos que o serviço militar constitui uma das exigências oficiais a nação.
    Na verdade, a ideia de servir a pátria, configura um comportamento de nacionalismo, ato este subestimado pela maioria das pessoas.
    Inicialmente não nos esqueçamos, de que diante da cultura de massa, existente há décadas, alienou grande parte da população.
    Ademais, qualquer vínculo ligado ao aspecto governamental, dificilmente foi bem-vindo e bem-quisto a juventude.
    Por outro lado, jovens entregue a uma conduta irresponsável, desconhecia a importância,e a responsabilidade de servir o legado nacional. Seria oportuno lembrar que sentimentos ufonistas, são ocasionalmente lembrados, ou melhor, exercitados em épocas eleiçoeiras, ou em data convencionalmente futebolísticas.
    Há que se acrescentar a otimização do serviço militar associado à disciplina, em  oposição ao declarado antigamente na retórica do medo; em face aos argumentos.
    Apresentado fica portanto, evidenciado, a importância do serviço militar à legitima construção da identidade antes de sermos homens, respeitemos o genuíno perímetro territorialista nacional. Bem disse Lima Barreto: “Somos povo com a valorização das nossas identidades, talvez tornemos-nos uma nação”.